Crianças continuam entusiasmadas com o esporte no CSU Zona Sul

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O CSU Zona Sul, que completou 32 anos de fundação no dia 07 de setembro, é um clube de esportes construído na gestão do ex- prefeito de Rio Claro, Nevoeiro Junior, e seu objetivo era de acolher as crianças. “Queríamos tirar o pessoal da rua, as crianças, e trazer pra cá”, explicou Fabrício Santin de Oliveira, que irá assumir a presidência do clube no dia 1º de outubro.
Toda criança é fã de brincadeira e para a desenvoltura do corpo e da mente, o esporte é um excelente estímulo, mas o professor de educação física e frequentador do clube, Vitor Santos, acredita que a juventude de hoje acha muito mais interessante se divertir com produtos eletrônicos. Computadores, videogames, celulares, entre outros são os produtos mais cobiçados pela criançada. “Brincar na rua já é praticar um esporte, jogar bolinha de gude, e ninguém mais faz isso. Hoje a tecnologia diminui muito a vontade da criança fazer esporte”, disse Vitor.
Os esportes lá praticados são os mais convencionais, como futsal, voleibol, handebol, basquete e bocha. Segundo Fabrício, não existe uma faixa etária exata para participar dessas modalidades em torneios e competições, eles separam as equipes conforme categorias do tipo masculino, feminino, crianças, idosos, etc.

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Alunos de Guilherme aprendendo fundamentos (Foto: Carolina Figueira)

Além de Vitor, o professor de handebol do CSU, Guilherme de Campos Cardenas, disse que também apostaria no gosto das crianças pelo mundo virtual e já ouviu desistência de alunos da aula por conta disso, entretanto, ele não imaginava que a procura hoje pelo esporte fosse ser tão grande. “Eu pensei que pelo handebol ser um esporte não tão conhecido, não ia vir muita gente, e até a procura é bastante(…). É um esforço a mais para vir aqui, poderiam ficar em casa”, explica Guilherme. Alunos de Guilherme afirmaram a preferência pelos jogos de ruas e esporte aos virtuais. Gustavo Richard Raulino, de 13 anos, pratica handebol desde o começo do ano. Ele possui celular, videogame e computador, mas garante que fica bem pouco. Ranna Mel Colangelo Curtolo, de 10 anos, aponta esconde-esconde como sua brincadeira predileta. “Eu moro num lar, Esperidião Prado, então lá tem um parque que tem todas as crianças, e lá a gente brinca no parque”, contou Ranna.

Fabrício disse que a prefeitura raramente ajuda, e quando isso acontece é apenas com divulgação. “Os torneios são organizados pelo próprio clube numa forma de levantar verbas e patrocínios”, completou ele.
Com o aniversário de fundação, o futuro presidente pretende fazer um evento para comemorar quando assumir o cargo. “Ainda não decidi, mas estou pensando em um baile de aniversário ou um dia inteiro de esportes aqui mesmo no clube”, disse Fabrício, com o intuito de incentivar.

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Carolina Figueira

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