Mesmo com risco de queda, comerciante teve que aguardar um mês por conserto de poste

Durante um mês, o comerciante Maurício Albino enfrentou transtornos ao solicitar o conserto de um porte de energia em Cerquilho. Devido às chuvas e ventania, parte da calçada acabou cedendo, fazendo com que o poste pendesse. Ao notar o risco de queda, Albino ligou para a prefeitura, que por sua vez pediu para o comerciante aguardar 10 dias, pois a Administração entraria em contato com a Elektro – companhia responsável pelo fornecimento de energia na cidade – pedindo o reparo. Os dias se passaram e logo completou-se um mês, e o poste continuou da mesma forma. O comerciante disse que pensou em arrumar o poste por conta própria, porém, sabia dos riscos e preferiu chamar a Prefeitura.

O assessor da Prefeitura de Cerquilho, Otávio Pilon, disse que “em casos como esse, deve-se conversar com a companhia Elektro, responsável pela energia da cidade”. Pilon afirmou que se o poste ceder, a Elektro deve arcar com os danos, já que a demora do conserto deve-se ao fato de a Prefeitura precisar de uma autorização da companhia para mexer no poste.

Por outro lado, o supervisor da Elektro, João Garatin, disse que em casos como esse, deve-se conversar com a Prefeitura e tentar solucionar o caso. Garatin ainda afirmou que “a demora do conserto ocorreu devido ao fato de existirem outros problemas na cidade, mais graves que o do poste”. Ele conclui dizendo que se o poste cedesse, quem arcaria com os danos é a Prefeitura. O problema foi solucionado pela Elektro um dia após as entrevistas.

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