Palhaços do grupo SOS – Sorria ou Sorria ‘roubam’ sorrisos em hospitais

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Grupo "SOS - SORRIA OU SORRIA" Foto: Marina Mattus

Grupo “SOS – SORRIA OU SORRIA”                           Foto: Marina Mattus

“A arte de transformar borocochô em serelepe”. Com este lema, um grupo de jovens voluntários, do grupo “SOS – Sorria ou Sorria”, cativa, alegra e anima pacientes de hospitais, transformando a angústia e a tristeza, principalmente de crianças, em sorrisos. A proposta de visitar pacientes em hospitais vestidos de palhaços foi criada por amigos e inspirada no ator americano Michael Christensen, que foi o pioneiro em levar para o hospital a alegria do palhaçoLogo depois, Wellington Nogueira, diretor da ONG Doutores da Alegria, trouxe essa ideia para o Brasil.

O grupo formado há um ano visita o hospital Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba todos os sábados e terças-feiras, e leva junto ao nariz vermelho muita compaixão e solidariedade. “Uma grandeza participar, sempre faz bem ajudar o próximo”, comenta Eduardo Ferreira, comerciante e participante do grupo, onde é mais conhecido como “Dr. Et Valdo”. A iniciativa dos jovens é aprovada por pacientes, familiares e até mesmo médicos. Segundo o médico cirurgião Amando Costa, o trabalho voluntário do grupo é muito importante, pois resgata nos pacientes a alegria e ameniza a falta que estão sentindo dos familiares e do ambiente de casa.

“Ajuda muito em nosso serviço, pois o paciente psicologicamente melhor possui também uma resposta fisiológica melhor”, completa o médico. As técnicas em enfermagem do hospital também ressaltam a importância do trabalho e incentivam o gesto solidário da visita a outras pessoas. “O que é pouco para nós, para as crianças doentes é um monte. É tudo o que elas precisavam: se sentir amadas e ter um motivo para melhorar e voltar para casa”, diz a técnica em enfermagem Poliana Santos.

A ação solidaria do grupo não mantém a alegria somente nos pacientes, mas também alegra as rotinas dos jovens que dispõem um pouco do seu tempo para interagir com pessoas que necessitam de um sorriso para cultivar em si mesmas a alegria de viver, que pode estar perdida com a dor e o sofrimento trazidos por uma doença. “Injeção de humanização”, completa o publicitário e integrante do grupo, Anderson Previatti, após o fim de uma visita. Para ele, o importante é mostrar para a sociedade que todo mundo pode doar um pouco do seu tempo para compartilhar a solidariedade.

 

Caroline transformando-se em "Dr.Caçulinha" - Foto Marina Mattus

Caroline transformando-se em “Dr.Caçulinha”      Foto Marina Mattus

A estudante de Direito Caroline Maniero, conhecida no grupo e nos hospitais como “Dr.Caçulinha”, participa do projeto desde o começo e ressalta a importância do trabalho para sua vida. “Após a visita, permanece em mim o sentimento de gratidão por poder realizar mais uma vez esse trabalho”. Sentimento não só exposto por Caroline como também pelo mecânico montador Gustavo Massoneto, que acredita que a visita seja uma troca de valores. “Ver alguém sorrir para você por você somente entrar no quarto e dar atenção a ela é muito especial e fundamental para mim”, completa Gustavo, o “Dr. Miudinho”.

 

Contato com o grupo:

– Site: www.sorriaousorria.com.br

– Facebook: https://www.facebook.com/sorriaousorria?fref=ts

– Telefone: 019 8178-0578

– E-mail: social@sorriaousorria.com.br

 

 

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