Projeto cultural que resgata memória conchense sofre com abandono

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Um projeto cultural presente na cidade de Conchas, conseguiu reunir desde 2010 um acervo de peças históricas da cidade. No entanto, as peças estão armazenadas sem catalogação e atualmente não estão expostas ao público que se encontra em estado de abandono, sem catalogação histórica nem sequer armazenagem adequada. O acervo foi constituído por meio de doações de cidadãos conchenses a Oficina Joanino Maimone  criada para resgatar a memória da cidade e seus fatos históricos, mas por pendências na documentação, o projeto não recebe verbas de incentivo a cultura do Governo Federal, e por isso não consegue viabilizar a criação de um museu bem estruturado para que as peças possam ser expostas.

Oficina 014
Sonia, Janete, Luiz Antonio e Fátima, em frente a sede da Oficina

Entre as peças do acervo, a que mais se destaca pelo valor histórico é o mostrador original do relógio da antiga igreja matriz da cidade de Conchas, todo feito em ferro fundido, e que foi recuperado logo após a demolição da igreja e encontrava-se em poder do Lions Clube de Conchas, que o doou ao projeto. O atual presidente da entidade, Luiz Antônio Féscina, ressalta que aos poucos, a entidade vai se moldando para agrupar da melhor maneira possível o material que coleta, e que o processo de acerto das pendências documentais da entidade já está bem encaminhada. “O grande propósito do projeto é mostrar ao povo conchense sua origem e fazê-lo ter orgulho dela, e pouco a pouco nós da Oficina Cultural estamos conseguindo isso” destacou Luiz Antônio.  Mesmo sem contar com as verbas para a viabilização do museu em sua sede, o projeto está aceitando doações de peças para o seu acervo, as doações podem ser entregues na sede do grupo, á Rua Minas Gerais, número 439, no centro de Conchas.

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José Luiz Zuliani Junior

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