Rio Claro recria obras de culturas estrangeiras


Jardim Oriental presta homenagem à colônia nipo-brasileira Foto: Adriel Arvolea
Jardim Oriental presta homenagem à colônia nipo-brasileira Foto: Adriel Arvolea

A descendência alemã e italiana é forte em Rio Claro, sendo que na cidade de 190 mil habitantes (Censo 2010) a história desses povos está resguardada nos bairros que contribuíram para a formação, como o Vila Alemã. Apesar de sua representatividade, outras etnias que receberam homenagens por meio de símbolos de sua cultura e tradição, como uma réplica da Torre Eiffel (Paris) e o Jardim Oriental (Japão), apesar de menor expressividade histórica na comunidade.

Na Rua 2 com Avenida 40, região do Santana, está instalado o imponente portal japonês (Tori) que simboliza a “verdade e luz” e marca a entrada ou proximidade de um santuário. O monumento compõe a praça Jardim Oriental Seicho-no-ie Obrigado Rio Claro.

A poucos metros, na rotatória da Avenida Visconde com Avenida 32, moradores e visitantes podem conferir uma obra de 15 metros de altura por sete de largura, que é a réplica da imponente Torre Eiffel.

Torre Eiffel recriada em Rio Claro Foto: Adriel Arvolea
Torre Eiffel recriada em Rio Claro Foto: Adriel Arvolea

Sobre a representatividade desses espaços para a cultura local, o secretário de Turismo, René Neubauer, comenta a iniciativa de recriá-los. “A Torre Eiffel foi criada para a Festa das Nações de 2009, ano em que se comemorou o ano da França no Brasil. Após o evento, decidimos transportá-la para a Avenida Visconde e a transformamos numa árvore de Natal, pela proximidade da festa de final do ano. Por fim, permaneceu ali com a aprovação da comunidade”, explica Neubauer.

Apesar de afirmar que Rio Claro não tem colônia francesa que justifique a construção da torre, o secretário associa o Jardim Oriental à cultura da cidade. “Este espaço presta homenagem à colônia nipo-brasileira em sua contribuição para o crescimento da cidade e, também, celebra os 32 anos da Seicho-no-ie em Rio Claro, completados em 2008 e data da inauguração da praça”, justifica.

Por fim, Renê Neubauer diz que não há pretensão de recriar outros monumentos e instalá-los em outros pontos da cidade. No caso da torre, a obra foi financiada pelo poder público (R$ 5 mil) e o Jardim Oriental, uma parceria entre prefeitura e Seicho-no-ie.

 

Confira, a seguir, reportagem em vídeo sobre a Torre Eiffel e o Jardim Oriental em Rio Claro.

 

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