Superando o câncer de mama

O câncer de mama é o segundo mais incidente no mundo, e o que mais mata mulheres. Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) indicam que o número de diagnósticos de mama cresce a cada ano. Em 2010, por exemplo, a estimativa era de 49.400 casos; em 2014 o número subiu para 57.120 mil no país. O potencial da doença, no entanto, pode ser significativamente reduzido quando o diagnóstico é rápido. A descoberta da doença e a troca de experiências entre pessoas que já passaram pela mesma situação pode ajudar na superação.

O mastologista e oncologista André Luiz Coroa atribui o aumento de casos ao fato do maior acesso das mulheres às mamografias e aos diagnósticos. Dentre os motivos para esse aumento, segundo o médico, estão os novos hábitos e o estilo de vida. Coroa explica que o câncer de mama não tem um perfil específico de mulheres, mas orienta que a patologia atinge mais aquelas acima dos 40 anos, que nunca tiveram filhos ou que deixaram para se tornarem mães mais tarde.

Diante disso, muitas mulheres não sabem como lidar com esse tipo de situação, entram em desespero e estado de choque. A maioria pensa que vai morrer e deixar a família, e não consegue assimilar a ideia de que o câncer tem cura quando descoberto precocemente. E grande parte delas também não sabe que possui benefícios dentro da própria cidade, como algumas instituições que visam melhorar a qualidade de vida depois do diagnóstico da doença. Assim como Fátima Valéria Pasetto, que há mais 20 anos realiza trabalho voluntário na Rede Rio Clarense de Combate ao Câncer “Carmem Prudente”.

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Carolina Figueira

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