Unimep se transforma em palco de Umbigada e Samba de Lenço

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O Fórum das Africanidades abordou o tema Batuque de umbigada: ritmo, história, resistência e identidade cultural, durante a 13ª Mostra Acadêmica da Unimep, no dia 29 de outubro. O debate contou com a presença dos grupos Batuque de Umbigada de Capivari e também o Samba de Lenço de Piracicaba.

Fórum das Africanidades (foto de Thaís Passos)

Fórum das Africanidades (foto de Thaís Passos)

Com a Coordenação do Professor Alexandre Bragion, o evento é do curso de Letras Português em parceria com o IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo Campus Capivari). Contou com a presença de Coordenadores, Professores e Diretores, além de visitantes.

Na mesa de abertura estavam os professores Josué Adans Lazier, coordenador de Extensão da Unimep, Waldo de Lucca, diretor do IFSP, Renara Colasante, diretora da Faculdade de Ciências Humanas da Unimep, Josiane Maria de Souza, coordenadora do Curso de Letras Língua Portuguesa, Adelino de Oliveira e Maria Amélia, do IFSP. Também participou dona Anecide Toledo, mestra do Batuque de Capivari. Logo depois, um grupo de ex-alunos da Unimep cantou músicas de sua cultura africana e transmitiu uma mensagem de esperança.

Em seguida, foi aberta uma roda de conversa com os participantes dos grupos Batuque de Umbigada de Capivari. De acordo com dona Anecide, de 83 anos, a cultura da umbigada, que vem de muito tempo, busca, atualmente, dar voz e espaço à comunidade africana que ainda sofre com racismo na cidade e as tradições são mantidas com o intuito de ensinar aos filhos.

Samba de Lenço (Foto de Thaís Passos)

Samba de Lenço (Foto de Thaís Passos)

O evento foi finalizado com uma grande roda formada ao lado de fora do Auditório Verde, onde os visitantes puderam participar das danças de umbigada e samba de lenço, aprendendo os passos com os integrantes caracterizados dos grupos. A Unimep se transformou em palco para uma grande manifestação contra o racismo com muito batuque e alegria. “O povo negro é alegre mesmo no sofrimento” declarou dona Anecide.

 

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Letícia Ortolani

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