Cidade: um lugar acessível?

por / 12 de maio de 2011 Sua Cidade sem comentários

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Planejar uma cidade para todos, onde locomover-se seja uma tarefa banal é possível

Marcelo Molina caminha com dificuldade com a sua bengala

Marcelo Molina, de Piracicaba, caminha com dificuldade com a sua bengala - Foto: Fábio Mendes

Diversidade e inclusão é a palavra de ordem. Práticas adotadas em Piracicaba; Rio Claro; Americana e Sumaré, com objetivo de trazer, além da segurança, autonomia para a população, começam a ser projetadas para pessoas com necessidades especiais.

No caminho, faixas para pedestres com rebaixamento de meio-fio; calçadas sem buracos e niveladas; placas de sinalização de trânsito sonoras; estacionamento com vagas exclusivas; adaptação do transporte coletivo; rebaixamento de guias em lugares estratégicos e telefones públicos, são algumas mudanças, que, garantem a inclusão. Mas, será que isso é suficiente?

A reportagem Projeto Elevar agrada usuários especiais, de Fábio Mendes, feita em Piracicaba

Rebaixamento de meio-fio da praça Jornalista David Garcia Bondezan - Foto: Matheus Calligaris

Rebaixamento de meio-fio da praça Jornalista David Garcia Bondezan - Foto: Matheus Calligaris

, mostra a preocupação em atender aos portadores de necessidades especiais, mas aponta que nem sempre os motoristas dos coletivos adaptados estão preparados para atender a esse público específico.

Em Americana, uma reforma na praça principal da cidade trouxe equipamentos de ginástica para deficientes físicos. Entretanto, os cidadãos que provavelmente farão uso dos equipamentos ainda encontram dificuldade para chegar até eles, como calçadas com buracos e desnivelamento e ausência de sinalização de trânsito sonora. É o que alerta Matheus Calligaris, no texto Americana melhora acessibilidade na Praça Tiradentes.

As faixas de pedestre do Jardim Público têm rampas de acesso à praça, porém, do outro lado da rua, não existe nenhum acesso - Foto: Renato Fernandes

As faixas de pedestre do Jardim Público têm rampas de acesso à praça, porém, do outro lado da rua, não existe nenhum acesso - Foto: Renato Fernandes

A reportagem fotográfica, produzida por Renato Ferenandes, revela que Deficientes encontram barreiras no Centro de Rio Claro. Isso mostra quealgumas mudanças devem ser feitas mesmo que já exista adaptações necessárias para pessoas com mobilidade reduzida.

Para finalizar o roteiro, a repórter Stéphanie Tomazin, apresenta as adaptações na cidade de Sumaré, e as barreiras arquitetônicas que ainda precisam ser quebradas. Sua reportagem, Sumaré adapta principais avenidas para deficientes, demonstra as características urbanas além de apontar alguns reparos que podem ser feitos.

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Polliani

Sou candidata para ser feliz. Sou aprendiz para ser jornalista. Sou curiosa da arte das palavras. Sou uma personagem da reportagem da vida.

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