Veteranos de Rio das Pedras completa uma década de tradição e amizade

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Há 10 anos o condomínio Clube dos Veteranos Defavari é espaço para esportes e vínculos de amizade á melhor idade. Pedro Luiz Defavari, fundador do clube em Rio das Pedras, contou que o espaço conta com 62 mil metros quadrados, dividido em 22 chácaras, para melhor atender aos jogadores e amigos. Apesar dos dez anos de fundação, o clube existe desde 1989. “Eu fiz 30 anos, fui disputar uma partida de futebol veterano lá em Cerquilho, aí vi esse negócio gostoso, pessoas de mais idade, e falei assim: vou montar um time de veteranos na cidade, aí com essa ideia teve mais um junto comigo que falou: vamos, vamos, eu até ajudo você um pouco”.

Com a ideia amadurecida, Defavari veio para Rio das Pedras. “Comecei a escolher pessoas, pessoas boas, não só jogadores de bola, mas pessoas que podia contar, independente do resultado, pessoas que você poderia tomar uma ‘cervejinha’, descontrair, esse o principal motivo né, bater uma bolinha fazer alguma coisa de bem pra saúde e criar esse ambiente” – relata.

Apesar de apenas 10 anos contando com o espaço físico, o clube existe desde 1989. Foto: Camila Moura

Apesar de apenas 10 anos contando com o espaço físico, o clube existe desde 1989.
Foto: Camila Moura

O clube conta com mais de 65 pessoas no Master, que jogam aos domingos, e mais 35 jogadores, que jogam aos sábados, além de 12 fundadores. “Esse time de sábado, que joga com time de fora, é o mesmo procedimento de quando começou, desde 89, e aí tive a ideia de fazer esse outro time, que é o Master que joga de domingo, esse time só joga entre eles, camisa vermelha contra camisa branca, só brinca entre eles, que nem o veteranos que joga de sábado, eles pagam uma mensalidade”.

José Moura, 42 anos, um dos jogadores do Master, conta um pouco da experiência no clube: “Nós jogamos aos domingos de manhã, tem o pessoal Master mesmo, já mais de idade que  joga de manhã, e depois por volta das 9 entra os de 37, 40, 50 anos. E é um grupo de amigos, tem revezamento de time pra não haver discussão, cada um leva seu uniforme para não ter problema”, conclui

Além da prática de esportes, um entretenimento aos jogadores e amigos. Foto: Camila Moura

Além da prática de esportes, um entretenimento aos jogadores e amigos.
Foto: Camila Moura

Para entrar no clube é preciso ser indicado por um dos jogadores, e então passar pelo conselho do clube, composto pelos fundadores. “O conselho avalia, se a pessoa concorda com o jeito da gente trabalhar, para não dar problema, se vai encaixar direitinho. Porque o principal de tudo é isso ai, não é só jogar bola, é depois do jogo, você vir aqui tomar uma cerveja”.

Silvio Kazza, jogador do clube há 2 anos, descreve um pouco de sua experiência:  “Minha experiência pessoal é ótima, pois trabalho a semana toda com casos de Conselho Tutela,r que acabam gerando um nível muito alto de estresse, bem como à noite tenho a faculdade de fisioterapia, que me acumula mais esforço mental. Nos jogos chego a correr seis quilômetros por jogo, fiz e ainda faço muitos amigos e depois do jogo temos um momento gostoso de confraternização, que é quando pedimos desculpas uns aos outros por discussões que são normais em qualquer campo de futebol do mundo”.

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